quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Dia das crianças: Presentear não é apenas comprar coisas

       Hoje, dias das crianças, e resolvemos não dar brinquedos nem presentes para as pequenas. Pelo menos não desses presentes que se compram em lojas.
       Aqui em casa já tem tanto brinquedo, resultado de todas as datas comemorativas do ano em que se dá presentes e geram o acúmulo e incentivo ao consumo. E depois existem tantas outras maneiras de se presentear alguém, e se tratando de crianças essa tarefa fica ainda mais fácil. 
       Pode ser um passeio no parque, um piquenique, uma sessão de cinema no shopping ou até mesmo em casa, uma visita ao zoológico (onde tem, porque aqui não), uma tarde no clube, na praia, na cachoeira. Ou deixar a escolha a critério dos pequenos, idéias com certeza não vão faltar. 
       O que eu sei, é que criança gosta de brincar e não gosta de estar sozinho, então participe das brincadeiras, convide os amiguinhos, os avós, os tios e faça parte do presente deste dia.

Voltando pra casa

                 Muito tempo sem entrar aqui, e ao abrir a porta encontrei muitas teias de aranhas como nesses lugares abandonados, mas também encontrei novidades. Soube que as pessoas procuraram por mim mas só encontraram a casa fechada. Enfim, estou voltando pra casa, e agora é colocar tudo no lugar, dar aquela faxina e manter a porta sempre aberta.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Coisas para lembrar

Agora estou assim, ando me esquecendo das coisas, saio da cozinha pra ir buscar algo no quarto e chego lá, claro que não lembro o que era. Aí volto fazendo o mesmo percurso (essa tática não falha), a menos que você se esqueça no meio do caminho porque está voltando, mas não vamos exagerar, né?
Já aconteceu até de ligar o notebook e esquecer o que eu queria fazer. Mas sabe o que é isso? cansaço, e talvez o fato de já ter vivido umas três décadas. Me faz lembrar de quando era criança e minha mãe pedia para ir buscar ou comprar alguma coisa e eu ia muito animada repetindo o nome da tal coisa, pra não me esquecer.
(Tem um monte de coisas que gostaria de escrever agora, mas vou terminando por aqui, porque acabei de esquecer).

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Pequenos medos

 Levei o maior susto ontem à noite, quando ia saindo de casa abri a porta e algo caiu em cima da minha cabeça. Na hora achei estranho e quando fui verificar o que era: uma perereca (mas não dessas pequenininhas, não). Claro que eu soltei um grito estrondoso! Se você é mulher, sabe do que eu tô falando, né?
Aliás, queria saber como os homens conseguem tratar com tanta naturalidade esses pequenos animais (rãs, sapos, baratas), eles devem ter feito um curso em alguma parte da sua vida, algo do tipo 'como não gritar ao se deparar com uma barata voadora' ou 'como tirar um perereca de dentro de casa sem causar escândalo'.
Lembro de uma vez em que eu e o Max tínhamos saído para caminhar, e já na volta pra casa tinha uma moça parada na frente da sua casa que nos parou para que ele tirasse uma inofensiva perereca que insistia em se abrigar embaixo do seu sofá. Claro ele foi lá e tirou na maior rapidez, e isso até nos rendeu boas risadas mais tarde. Imagina a aflição dela, se não passasse por ali nehuma pessoa do sexo masculino naquela noite, talvez até dormisse fora de casa.
Eu mesma, já passei por situação semelhante quando uma adentrou a minha sala e eu sozinha em casa tive que chamar reforços, neste caso o vizinho.
Acreditem, eu consigo abrir vidro de azeitona e palmito, trocar torneira de pia, desentupir encanamentos, trocar pneus de carro, enfim essas pequenas coisas atribuídas aos homens. Só não me peçam para não sentir pavor diante desses pequenos seres tão inofensivos e nojentos, e nessas horas a ajuda masculina é super bem vinda.

domingo, 14 de novembro de 2010

Clima propício

Hoje o domingo amanheceu com cara de chuva, mas com aquele solzinho preguiçoso, que parecia estar com vergonha ou preguiça de aparecer. Depois da chuva que caiu no fim da tarde, a noite terá como companhia o frio. (Sim, de vez em quando ele dá as caras por aqui).
Como não dá pra fazer atividades ao ar livre, improvisei uma barraca com lençol em cima do tapete para as crianças, diversão garantida, e deu até pra tirar um cochilo no meio da tarde (coisa que adoro, e que nunca consigo fazer).
Eis aqui minha lista de coisas preferidas pra fazer nesse clima:
  • Tomar chocolate quente (comer chocolate, também vale); 
  •  Assistir um bom filme, ou vários;
  • Namorar;
  • Ler um livro;
  • Dormir;
  • Tomar vinho;
  • Rever fotos antigas
E você o que gosta de fazer para curtir o frio e  chuva em casa?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Meu quintal

Quando compramos a nossa casa e nos mudamos para cá, já existia um abacateiro, uma jaqueira e um cajueiro. Já estava de bom tamanho assim, tínhamos frutas e sombra suficiente, mas eis que surgiu a nossa "síndrome de plantio e cultivo" e a partir daí fomos aumentando o pomar e hoje temos além desses, mais dois cajueiros de outras espécies, ingazeiro, mexeriqueira, aceroleira, goiabeira (todos esses muito produtivos). E ainda  caramboleira, coqueiro, mamoeiro e açaizeiros (que ainda não deram frutos), sem falar nas várias mudas, que vamos acumulando.

As árvores nos dão frutas, sombra, prática de exercícios (sim, subir para extrair as frutas é um exercício e tanto) e no meu caso ainda nos gera renda. A jaqueira é muito produtiva, e em época da safra não damos conta do consumo e distribuímos aos vizinhos, amigos, família , já vendemos jaca na feira , e hoje um feirante vem e as tira (só as histórias dessa jaqueira renderiam um post). Enfim nunca nos falta suco, compotas e doces sempre fresquinhos das frutas da estação.

Além do que, plantar e cultivar são hábitos saudáveis que vão muito além de árvores e plantas. E o resultado poderá ser uma boa colheita.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Conquistando o troninho

Daí que a minha caçula de 1 ano e 9 meses não quer saber mais de usar fraldas. Ela começou a reclamar quando eu colocava e acabava tirando,  também passou a avisar quando ia fazer ou já tinha feito suas necessidades fisiológicas.

Desde então os meus dias têm sido assim:

Lara: Té totô. Djá teizi. Eca! Hummm!
Tradução: Quero fazer xixi (ou cocô). Já estou fazendo. (Eca, é eca mesmo).

Corro com ela pro banheiro, mas na maioria das vezes ela já tinha feito na calcinha mesmo. Ás vezes ficamos horas lá esperando, pra ela fazer minutos depois no chão da casa.

Como não distingue cocô e xixi, tudo é cocô para ela, (ainda bem que quase sempre é xixi o que ela faz).
Quando conseguimos chegar a tempo, depois de colocar o redutor de assento tirar a roupa, e tudo mais, dá gosto ver a carinha de satisfação dela ao ouvir o barulhinho do xixi. (eu ensinei a ela uma onomatopéia para esse momento).

Nós fizemos algumas tentativas com o troninho, mas ela preferiu o vaso com o redutor, acho que por ser mais macio que o outro (quem não gosta de conforto, né?).
Eu li aqui e ali algumas dicas e conselhos de uma especialista, para esta fase tão importante na vida do bebê .

Enfim, o resultado de tudo isso é vários pingos e poças de xixi espalhados pela casa, várias calcinhas sujas e a queima de algumas calorias correndo com ela no colo até o banheiro. Mas ver nossos filhos conquistando a independência não tem preço!